Home

Advertisement

Customize
evilbloodsucker
01 March 2008 @ 08:31 pm
So, my comic book supplier e-mailed me today with the new stuff that come from the USA this month and there's lots and lots of Angel and Spike comics that are a MUST HAVE. But, as always, I'm broke :/ so i have to go with the choosing, as if i cant choose from things like that. *sigh* So this is what I'm picking up monday:

Angel: After the Fall #1



Angel: After the Fall #4 (couldn't find the cover pic)

Angel: Old Friends



Spike: Asylum



And my monthly usual

Buffy the Vampire Slayer Season 8: #11 A Beautiful Sunset 



And that's it. This month anyway. 
So that will be about 50 some € :S 
I'm so broke... but at least I'm happy :p
 
 
Current Mood: happy
Current Music: Amy Winehouse - Back to Black Album (SO AWESOME!)
 
 
evilbloodsucker
19 January 2008 @ 07:01 am

Heres a fic, unbetad.

The Stars )


So what do you think?
Anyone wanna do the favor to beta this please tell me, ok?
Tags:
 
 
Current Mood: bitchy
Current Music: Jimmy Eat World - 23
 
 
evilbloodsucker
30 December 2007 @ 06:17 pm

 

Your EQ is 113
You usually have it going on emotionally, but roadblocks tend to land you on your butt. On an average day, you're quite happy, together, and content. You live your life well. Your emotions aren't always stable, but you can go along with the ups and downs pretty well. You tend to be motivated, energetic, focused, and level headed. You see the world pretty rationally, and you don't tend to over dramatize things. When things are bad, you know they eventually have to get better.
Tags:
 
 
Current Mood: bored
 
 
evilbloodsucker
30 December 2007 @ 03:15 pm



Oh my god.. Oh my god! I just found out! Season 6 of Angel... OH MY GOD!!!

It's not out yet in Portugal... :(
Tags: ,
 
 
Current Mood: ecstatic
 
 
evilbloodsucker
30 December 2007 @ 12:27 am
 I'm so happy! Look what i bought!

 

 

 



And now I'm broke :( 
No more money till next month, then I'm gonna buy these:







Today I also went ice skating and I'm all black and blue from the falls, but it was so hilarious:P

Happy new year everybody! :D

Tags:
 
 
Current Mood: excited
Current Music: Fiona Apple - The First Taste
 
 
evilbloodsucker
 Well, this is my first post in english. I decided to start posting in english because most of my lj friend and communities are in english and also because my english is sucky and i need to start practicing if i'm going to live and work in the UK like i wanted to.
I'l probably move sometime next year, I have a friend there and he's gonna help me find a job an let me sleep on his sofa for a while :P

Right now I'm totally overdosing on Fiona Apple's "Tidal" and it's doing me no good.. but I just can't stop. Too much depressing music are never good. I have to catch up on new Hardcore and Punk music ASAP.  Have some? 

Christmas kinda suck, too much people in my house makes me nervous and  lots of kids running around makes me dizzy :S. The good part of Christmas was the present i bought to myself, i know it's kinda sad but i'm to old to other people buy me presents so I indulged myself and started my new Angel DVD collection! :D It was expensive but also worth it.

And that's that, at the moment anyway. I'm hoping to post some fiction in english soon too, this song "Coldfinger - Cover Sleeve" is giving me some ideas.  :P

Oh btw! I read last nigh one of the best spangel fiction ever: The Small Places by [info]girlpire



 
Tags:
 
 
Current Mood: chipper
Current Music: Fiona Apple - Sullen Girl
 
 
evilbloodsucker
27 September 2007 @ 04:35 pm
Desculpem o atraso na publicação da segunda parte, tenho andado um pco ocupada. Isto do desemprego é uma merda :S
Bom, espero que gostem da conclusão da história, estou aberta a criticas construtivas, alias! Eu sou viciada em critica construtiva por isso ajudem e dêm uma dose, vá! :P
Aqui vai entao!



Ah so para relembrar que isto é uma beca po semi-erótico por isso nao digam que não avisei. Leiam a primeira parte antes se não não entendem o enredo. Em principio vai haver uma sequela, dependendo dos comentários que receber, espero que sejam bastantes, ham!
Obrigada! **
 
 
Current Location: quarto
Current Mood: bouncy
Current Music: Cry me a river
 
 
evilbloodsucker
14 September 2007 @ 07:57 pm

Bom, aqui vai um pouco de ficção, não acho que esteja assim muito boa mas é a minha primeira tentativa na matéria, be kind please!

Ah é uma beca po semi-erótico, por isso pelo sim pelo não, é pa maior de 16. :P


 
 
Current Location: varanda
Current Mood: bored
Current Music: Cry me a river
 
 
evilbloodsucker
11 September 2007 @ 07:53 pm

Há quatro anos atrás. Lembro que estávamos no mês de Junho, finalmente Deftones vinham tocar a Portugal no antigo estádio de Alvalade que já se encontrava semi-destruido.

Eu estava triste. Tinha a promessa do Ruben, o rapaz com quem falava no mirc a uns meses, de que nos iríamos encontrar. Eu gostava do Ruben, muito. Apesar de nunca o ter visto, tínhamos muito química, pelo menos no mirc…

Menti a minha mãe e baldei-me as aulas nesse dia, a excitação de ver o Ruben e o concerto de Deftones no mesmo dia era esmagadora. Para que é que precisava das aulas? E por isso era 11 da manha e eu andava a vaguear pela estação do campo grande, a espera dele e sem saber o que fazer. Vaguear é mesmo a palavra certa, eu era a personificação da miséria, qualquer pessoa podia ver isso na minha cara. E as duvidas quanto a minha relação com o Ruben não ajudavam muito. E portanto continuei a vaguear e fui para a um cafezinho em frente a estação. Não me lembro do nome.

Arrastei-me até ao balcão. Um café ia-me espevitar de certeza. Nessa altura reparei no empregado do balcão que ao contrario de mim era a alegria em pessoa, conversava com todos os cliente como se estes fossem habituais, só faltava uma musiquinha e ele ia tirando os cafés com piruetas incluídas.

Chegou a minha vez de pedir, fiz um esforço e murmurei que queria uma bica.

Ele acenou alegremente com a cabeça e foi-me buscar o café. Quando voltou e me entregou a bebida olhou para mim durante alguns momentos antes de dizer:

- Não esteja triste menina, quando mais triste a menina estiver mais a outras pessoas vão querer vê-la triste.

No breve momento em que ele me dirigiu estas palavras tive a noção que todo o ambiente a nossa volta mudou e éramos só nos os dois naquele balcão, o som a volta desapareceu e as luzes diminuíram, e expressão dele também mudou, estava sério. Mal ele acabou de falar tudo voltou ao normal e ele dirigiu-me um grande sorriso antes de voltar aos seus cafés e piruetas.

Eu fiquei presa aquele balcão, ainda meio confusa com o que tinha acontecido. Passado alguns momentos esbocei um sorriso, bebi o café de uma só vez e liguei ao Ruben. O meu dia foi maravilhoso, tal como eu tinha sonhado. Mal sabia eu o que ainda estava para vir nas semanas seguintes.

Nunca esqueci as palavras do rapaz do balcão.. Mais uma vez, marcaram-me.

 
 
Current Mood: crazy
 
 
evilbloodsucker
10 September 2007 @ 05:47 pm

Há cinco anos atrás. Era uma bela tarde de verão, por volta a hora do almoço. Sentia os meus músculos doridos do árduo trabalho de escavar em prol da ciência e da historia.

Estava perdida em pensamentos de arrependimento e de dor física enquanto contornava a esquina do muro do jardim de cascais em direcção a baia, ia apanhar o comboio para ir para casa almoçar e esquecer a minha estúpida decisão de me ter inscrito naquele trabalho de verão para a câmara de cascais. Arqueologia my ass.. eles queriam era mão de obra barata, mais um par de braços para fazer o trabalho que os licenciados no ramo não se propõem a fazer. "Ah e tal eu andei na universidade, não vou andar aqui a escavar á parva..". Sim, "Inocência" era o meu nome do meio nessa altura.

Foi ai que a vi encostada ao muro, abraçada ao joelhos e com a cabeça baixa, Inês. Uma das minhas colegas do trabalho, tinha por volta da minha idade. Quando cheguei mais perto reparei nos soluços e convulsões, ela estava a chorar. Parei, sem saber o que fazer. Podia simplesmente ignorar e seguir o meu caminho, não queria envolver muito com os problemas dela, já me bastavam os meus. Mas também fui atraída pela curiosidade, qual seria a natureza dos problemas deste belo ser? Sim, a Inês era bela, loura e esbelta, pele muito morena e com um sorriso cativante, provavelmente podre de rica e bastante mimada. Exactamente como eu sempre desejei ser. Aproximei-me com cuidado e ajoelhei-me a frente dela para estarmos cara a cara.

Perguntei-lhe o que é que se passava com uma voz suave para não a assustar. A sua resposta foi um misto de choro, soluços e palavras incompreensíveis, qualquer coisa a ver com o namorado dela que também trabalhava connosco. Levantamo-nos e fomos para a baia, mais calma ela explicou-me tudo. O namorado tratava-a mal, não fisicamente mas psicologicamente, dizia-lhe que ela não valia nada, que era burra, e gozava com ela quando estava com os amigos. Dei-lhe palavras de conforto, clichés. Mas a medida que a nossa conversa se desenvolvia, senti a tensão dela a diminuir até que ficou finalmente relaxada e esboçava alguns sorrisos.

Fomos andando lentamente até ao terminal perto do shopping para ela ir apanhar o autocarro. Falamos de tudo um pouco e falamos de nada, convencia que o namorado não a merecia, que ela era melhor que do que ele a fazia sentir. Inês estava lentamente a regressar a sua pose normal, segura e relaxada.

Quando chegou a altura de nos separar-mos ela fez uma coisa que ainda hoje me surpreende, abraçou-me. Um abraço verdadeiro e um "Obrigado" sincero. O meu estômago deu uma ou duas voltas, boas voltas. Agora também eu estava relaxada e segura, por sentir a gratidão deste ser tão acima de mim. Sem mais demoras ela deu meia volta e caminhou em direcção a paragem. Eu fiquei estagnada a olhar para ela a partir. Era o ultimo dia do odioso trabalho de verão e nunca trocamos números de telemóvel. Uma acção tão simples, um gesto sincero, foi necessário para colar os pedaços espalhados desta rapariga que eu pensava ser perfeita e sem problemas. Com um sorriso nos lábios e a sentir-me leve como uma pena caminhei na direcção do comboio para apanhar o comboio para casa. Até hoje sinto, a marca de Inês na minha vida.

Tags:
 
 
Current Location: varanda
Current Mood: cheerful
Current Music: cold - wasted years
 
 
evilbloodsucker
09 September 2007 @ 11:10 pm

Sentei-me nas escadas do prédio lentamente, o meu lugar preferido ultimamente. Estava a ouvir musica e a contemplar a quietude da minha rua. A letra da musica soava nos meus ouvidos e entrava na minha cabeça em suaves ondas.

- I miss you..

Tirei o telemóvel hesitantemente e olhei para o visor, passou um segundo completo. Sem pensar mais pressionei os números que sei de cor e encostei o aparelho ao ouvido. Um, dois, três.. Ninguém atende, mas deixei tocar até aparecer a mensagem do voice mail. Suspendi a respiração até ouvir o bip que marcava o inicio da gravação.

- Hey..sou eu. Sinceramente não sei porque é que te estou a ligar, apetecia-me ouvir o som da tua voz e dizer-te que sinto a tua falta. Apesar de tudo.. Ainda não te perdoei pelo que fizeste mas não te consigo tirar da minha mente. Disse-mos coisas feias e inúteis que nos magoaram, mas quando a dor se dissipa só fica o vazio da tua presença. Não sei se aguento mais assim. Não deves sequer querer falar comigo, já tens a tua vida normalizada e eu sou simplesmente um estilhaço... Desculpa ter-te incomodado… Não volta a acontecer.. Só estava a ouvir musica e pensei em ti. Fica bem.

Desliguei e olhei para cima, para as estrelas quase invisíveis no céu claro da noite, estavam todas a rir-se de mim.

- Foda-se, sou tão estúpida..

A musica entretanto acabou.

 
 
Current Mood: confused
Current Music: incubus - i miss you
 
 
evilbloodsucker
09 September 2007 @ 05:35 pm
 

Bati a porta com força ao sair e desci as escadas com pressa. Queria comprar tabaco. Independentemente do raspanete infindável da minha mãe a frente da dita porta. Também precisava de apanhar ar, o ambiente aqui em casa hoje estava demasiado pesado para o meu gosto.

Fui de passo acelerado até ao largo e para minha grande “surpresa” o café estava fechado. Também a esta hora.. No Buraco, o nome não muito carinhoso que dou á minha terra, a partir das 9 da noite nada se encontra aberto, nem os cafés. A minha única hipótese era ir até a bomba de gasolina a mais ou menos 500 metros dali. Tirei o mp3 e pus-me a caminho. Também aproveitava a caminhada para esvaziar um pouco a mente. E foi isso mesmo o que eu fiz, a ouvir punk rock a altos berros, durante um bocado não pensei em absolutamente nada. Satisfatório por um lado, mas também um pouco entranho para mim.

Comecei a tomar atenção a letras e a lembrar-me do significado que tinham tido para mim ainda a bem pouco tempo. Até certo ponto, ainda têm mas não é a mesma coisa. Não é o mesmo sentimento latejante que me fazia pular e berrar nos concertos que há tanto tempo não frequento. Eu consideravam-me straightedge diehard… engraçado. Eu sei que as pessoas mudam e têm todo esse direito, mas nunca pensei mudar tão cedo uma maneira de pensar que me dizia tanto e que me fazia sentir bem. Não é que não me senti bem agora, sinto-me apenas… diferente. Era isso que eu procurava.

Finalmente cheguei a bomba de gasolina e pedi um lucky strike red. Tive um pequeno flash back dessa tarde em que me senti mal por ter fumado tanto. Eu e a minha irmã estávamos no café e um pedi um chá de menta gelado que não cheguei a acabar e pensei que ia vomitar ali mesmo. Fumei um maço inteiro em menos de 3 horas, antes de ir para o ginásio. A minha irmã fez uma coisa nesse café que não é assim tão raro de acontecer. Para variar as nossa conversas ultimamente falamos no nossos pais e do quanto eles estão preocupados por minha causa, falamos também sobre as minhas decisões de voltar para a escola e no peso que e isso tem para eles. Não quero parece egoísta mas… Então e eu? Não tenho direito a uma segunda hipótese de planear o meu futuro, vou ser sempre perseguida por um erro? A depressão também me serviu para abrir olhos para mim mesma e para o meu futuro. Eu sei que os meus pais não têm culpa dos meu erros, mas também não está da discrição do trabalho deles apoiarem quando tenho uma visão concreta para aquilo que quero segui e estudar? Estou farta trabalhos reles de ordenado mínimo e de ser tratada como inferior. Ser tratada como uma pessoa que tem a sorte de estar ali a trabalhar mas não o merecer.

Paguei os cigarros e pedi um copo de água. Preparei-me para mais uma caminhada e fiz o trajecto para casa tal como fiz o anterior; de mente vazia, só a andar, a respirar e a ouvir musica. Estranho, nunca gostei de andar nem de fazer exercício mas esta noite só o sentir do chão a mover debaixo dos meus ténis liberta-me.

Quando entrei na minha rua desacelerei o passo. Ainda não tinha vontade de entrar em casa por isso sentei-me no degrau do alpendre. Estava com calor, talvez devido a caminhada e tirei o caso. Abri o meu novo maço de luckys como que abre uma prenda de natal, euforicamente. Acendi um cigarro e relaxei contra do degrau duro e frio. Continuava a ouvir musica, desta vez mais calma enquanto fumava, senti-me bem, tão bem. Não estava satisfeita com a minha posição actual e depois de fumar o meu primeiro cigarro subi para o muro ao lado dos degraus da entrada, aquele que me fazia vertigens quando era miúda e ia brincar para o quintal. Os meus amigos sempre me desafiaram para saltar do muro para o chão do outro lado mas nunca tive coragem, ainda hoje não tenho. Apesar de ser uma altura ridícula. Sentei-me do dito muro com as pernas esticadas ainda a ouvir musica. Puxei do meu segundo cigarro e acendi-o. A luz das escadas do prédio ligaram de repente e o meu pai saiu pela porta, pronto para ir para o trabalho. Ficou a olhar para mim. “Sermão.. “ pensei.

- Não fumes muito, sobe que a tua mãe está preocupada.

Já devia saber.. Ele nunca foi de muitas palavras e já nessa tarde me tinha dado o sermão dele quando me estava a medir a tensão. Quando cheguei do ginásio tinha 8.2 de máxima e 6.8 de mínima a minha pulsação era de 110. Eles ficaram preocupados e deram-me um raspanete infindável pela quantidade de tabaco que tinha fumado anteriormente nesse dia.

- Quando os dois valores de tensão são iguais as pessoas morrem. Não podes fumar tanto Valéria, já viste a tua pulsação?

Nessa altura a primeira coisa que pensei foi: “Eu não quero morrer”. Agora, sentada no muro do alpendre de casa, com um cigarro na mão, esse sentimento era longínquo. Não por me ter esquecido dele, mas porque simplesmente me apercebi que não tenho mais medo de morrer. Não me importa, sinceramente não sei porque.. Continuo a ter medo da dor, mas não do a seguir, do não existir. Tenho mais medo de existir fisicamente e não existir na mesma. De cometer mais erros e de levar com eles na tromba vezes sem conta, cortesia dos papás. As vezes preferia que eles me agredissem fisicamente do me atirassem as coisas verbalmente a cara. Dói tanto, e não consigo faze-los compreender isso. Por isso continuei no mesmo sitio, a ouvir a mesma musica e a fumar o meu cigarro… até as lágrimas começarem a cair. Tenho mais medo de falhar na vida do que de morrer..

Apaguei o meu ultimo cigarro e subi as escadas penosamente. Abri a porta com a chave, a minha mãe está sentada no sofá (e lá continua), não nos dirigimos palavra.

Fui comprar tabaco e voltei a casa, na mesmo sentimento do que quando sai; perdida.

 
 
Current Location: varanda
Current Mood: gloomy
Current Music: paramore - never let this go
 
 
 
 

Advertisement

Customize